sexta-feira, 7 de maio de 2010
Seu eu e Seu reflexo.
Pobre e doce menina, que nao sabia nada de nada, apenas sorria pelas ruas, querendo sempre chamar a atenção de alguem. Ela estava sempre ali, naquele mesmo horário, esperando que alguem a visse e lhe oferece-se uma boa xicara de café, ou talvez querendo estar ali, por estar, e continuar vendo seu mundo, de uma forma 'barbara' onde o ego se predominava em seus pensamentos, e o centrico a mantia em pé. Seria ela, mais um alien, que nao saberia quanto é um mais um apenas por nao querer saber? por nao se interessar por saber? ou até mesmo, porque achava que aquilo nunca interferia na vida dela? porque será, que ela estava sempre ali, parada no mesmo horário e local, olhando sempre para o mesmo ponto, que era a vitrine da frente, qual tinha seu reflexo... qual seria afinal o proposito dela ali, NAQUELE local, se afinal nao fosse ver muitos a sua volta e nao ver-se junto a elas. Sentia pena, eram olhos tao bonitos, mais ao mesmo tempo, tão pobres, como poderia ser assim, uma moça loira, bem arrumada e muito bonita, sempre no mesmo estado e pensamento, olhando no mesmo ponto e no mesmo horário, quem era a doce moça, a doce jovem, qual todos falavam estas manhas, seria mesmo ela, aquela que esta ali parada, seria mesmo esta que todos dizem, esta moça é a tal moça das 'barbaridades' ou eu, mais uma vez me engano, e estou vendo coisas em pessoas que nao merecem ser julgadas, eu nao sei, mas que a tal moça parecia tao barbara e tao cheia de si, ela parecia, se olhasse para mim, era capaz de me induzir a um mundo de sombras, onde eu veria apenas eu e... meu eu. Que triste moça esta, que percebo hoje, que acabo de ver e sentir, que triste moça, que anda pelas ruas, em um lindo sorriso, mas com olhos tao fechados, que triste moça, que nao sabe que nao sabe. És triste, este incrivel e lamentavel... Egocentrismo.
Mila
Mel
Doce criança
Doce ser que ora desponta
Feliz do destino que te colocou na minha vida
Doce vida no horizonte
Saudades do que já não sou
Nostagia e esperança
Feliz lembrança que nos aproxima
Vejo feliz o teu devir sorrindo
Vida que pulsa
Caminho,
Abraço e carinho
És rainha do meu mundo
Não dos réus
Apósta no saber
Ele te ilumina
- Rosa Maris Rosado
Doce criança
Doce ser que ora desponta
Feliz do destino que te colocou na minha vida
Doce vida no horizonte
Saudades do que já não sou
Nostagia e esperança
Feliz lembrança que nos aproxima
Vejo feliz o teu devir sorrindo
Vida que pulsa
Caminho,
Abraço e carinho
És rainha do meu mundo
Não dos réus
Apósta no saber
Ele te ilumina
- Rosa Maris Rosado
Raiva
Às vezes é bom escrever para ver se a raiva acumulada dentro de nós, passa ao menos um pouco.
Quero escrever, para pensar e ver porque exatamente sentir raiva, um sentimento que só acumula mais e mais sentimentos ilucidos, sem noção e com sem nenhuma certeza de ideias ruins para disperdiçar este sentimento.
É só ilusão ou desanimo, é só infelicidade ou cansaço, de sentir tanta raiva, de se sentir assim, tao oprimida ou tão humilhada, eu acho que é só mais uma história de dor, que nao me leva a nada e que ao mesmo tempo faz com que minhas lágrimas caiam sobre meu rosto liso e que me deixe assim, tão sem certeza ou talvez... tão com raiva... eu já nem sei mais.
Quero escrever, para pensar e ver porque exatamente sentir raiva, um sentimento que só acumula mais e mais sentimentos ilucidos, sem noção e com sem nenhuma certeza de ideias ruins para disperdiçar este sentimento.
É só ilusão ou desanimo, é só infelicidade ou cansaço, de sentir tanta raiva, de se sentir assim, tao oprimida ou tão humilhada, eu acho que é só mais uma história de dor, que nao me leva a nada e que ao mesmo tempo faz com que minhas lágrimas caiam sobre meu rosto liso e que me deixe assim, tão sem certeza ou talvez... tão com raiva... eu já nem sei mais.
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